Eterna busca por ouvidos e colo
Proteção sob asas
Voz em tom, vá em frente teu caminho foi digno
"A dignidade que conhecestes com todo sangue"
Será pretensão sentir-se honrado, ou será forjar algo não existente?
Talvez não ensaiou os passos... mais que isso! Sem que percebesse, limpou o caminho para equilíbrio dos pés
Não seria este o verdadeiro papel a desempenhar? E eu aqui, amargo e cego
Reconhecimento, pena, orgulho... qual sentimento quero causar?
Eu, que na criação nunca as vi, pergunto: De onde saí?
Qual meu lote?
Ora, comemos o que nos é servido no banquete; Em qual impulso decidi caçar o jantar?
Motivo de orgulho? Inteligência?
Ou motivo de vergonha? Ingratidão?
Em qual tempo começo a calar?
O que há? O que houve? Pense...
Silêncio.
Escuro.
Lágrima.
Espelho.
Alimento.
Desejo.
Redenção.
Alegria.
Dissonante.
O que esqueço realmente? Não entoar, tortura? Uma questão de costume...
Não descansei as faces do amor paterno. Condenação.
Tão linda é ela, e como atinge-me? Novamente ergo-me por julgamentos, novamente erro?
Ou isto é só decepção pelos silenciosos murros nos blocos de pedra?
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
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Jogo intrincado e de imagens fortes...a menina vai amadurecendo!
ResponderExcluirTexto dissonante sim, mas cheio de possíveis harmonias...
parabéns!
Jogo intrincado e de imagens fortes...a menina vai amadurecendo!
ResponderExcluirTexto dissonante sim, mas cheio de possíveis harmonias...
parabéns!